Congresso Estadual de Fisioterapia e Terapia Ocupacional debate o futuro das profissões

Congresso Estadual de Fisioterapia e Terapia Ocupacional debate o futuro das profissões
06/11/2020

Ainda que estejamos vivendo um presente fora da normalidade, uma parcela da sociedade já pensa no futuro, e a fisioterapia e a terapia ocupacional não ficaram fora disso. Como resposta imediata à pandemia, foi instituído o teleatendimento e algumas outras medidas de adaptação ao momento, porém, será que no cenário pós-pandemia, essas adaptações se voltarão em melhorias no atendimento? 

Para debater este assunto, o Crefito5 encerrou o Congresso Estadual de Fisioterapia e Terapia Ocupacional com o painel “O que esperar do amanhã?”. Com mediação do vice-presidente do Conselho, Glademir Schwingel, a terapeuta ocupacional Ana Cristina Nunes e o fisioterapeuta Luiz Fernando Alvarenga, falaram sobre o tema. 

Muitos profissionais da área vêem as mudanças com bons olhos e muito potencial para o futuro, e a terapeuta ocupacional Ana Cristina Nunes é uma dessas pessoas. “Acredito que foi algo muito construtivo, é claro que eu sinto a distância, mas também temos que concordar que traz benefícios, e permitiu uma proximidade maior com meus pacientes. Eu tive que fechar o consultório, mas comecei a trabalhar em casa, de hora em hora eu atendia por vídeo as famílias. Muitas vezes eu via a criança, outras vezes eu perguntava da rotina, acredito que foi algo construtivo”, afirmou. 

Porém, também se ressalta os riscos e as armadilhas que essas formas de atendimento podem trazer, apesar do grande potencial. O fisioterapeuta Luiz Fernando Alvarenga confirmou a utilidade dessas estratégias, mas também fez um contraponto: “Hoje mudou a tecnologia, estamos falando em teleconsulta, tele atendimento e etc. A tecnologia está mediando, mas ela não pode substituir isso. Com certeza a tecnologia está aí para ser utilizada, mas temos que lembrar que um atendimento remoto não pode ser sinônimo de um atendimento de fisioterapia, ele é uma estratégia para esse momento e que traz coisas boas que podem ficar” concluiu o fisioterapeuta.   

Clique aqui e confira o painel na íntegra.